TNSJ assume a direção da nova associação de artes performativas
PERFORMART tem como objetivo a representação dos interesses de entidades e profissionais ligados ao setor das artes performativas.


2016.10.25

Nasceu hoje, no Mosteiro de São Bento da Vitória, a PERFORMART – Associação para as Artes Performativas em Portugal. Entre os objetivos desta entidade – a primeira do género em Portugal –, destaque para a promoção das múltiplas formas de manifestação cultural e artística no âmbito das artes performativas; a representação dos seus membros, quer a nível nacional quer a nível internacional, junto de outras associações; a tomada de posições conjuntas acerca de assuntos relevantes para o setor e seus profissionais e a criação de redes de trabalho que permitam a partilha de conhecimento em diferentes áreas.

O ato de constituição contou com a presença dos membros fundadores da PERFORMART – Teatro Nacional São João, Instituto Politécnico do Porto; Fundação Centro Cultural de Belém; Fundação Casa da Música; Fundação Serralves; OPART; TNDM II; EGEAC; Teatro Viriato; Centro Cultural Vila Flor (A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, CIPRL); Teatro do Bolhão; Teatro Experimental do Porto, Companhia de Teatro de Almada e O Espaço do Tempo –, bem como de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto.

Na sessão, foram eleitos os órgãos sociais com a direção da PERFORMART a ser presidida pelo Teatro Nacional São João e a EGEAC a assumir a vice-presidência. A Assembleia-Geral será presidida pela Fundação Serralves, ficando a vice-presidência a cargo da Fundação Casa da Música. Já o Conselho Fiscal será liderado pela OPART. A sede da associação será no Teatro Campo Alegre, resultante do apoio concedido pela Câmara Municipal do Porto.

A PERFORMART resulta de esforços desenvolvidos desde 2010 por várias instituições culturais portuguesas, com vista à criação de uma associação que pudesse representar os interesses de todos os profissionais e entidades ligadas às artes performativas. O próximo passo para a garantia de maior representatividade é agora o de alargar o leque de associados a todas as pessoas coletivas, públicas ou privadas, que desenvolvam, permanente ou pontualmente, uma atividade artística e/ou de programação e produção cultural no setor das artes performativas.